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| FMEA (Failure Model and Effect Analysis) |
|
| 21 de setembro de 2006 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
FMEA (Failure Model and Effect Analysis)Responsável: Daniel Capaldo, Vander Guerrero, Prof.
Henrique Rozenfeld Conceitos Básicos
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|
1 |
função(ções) e característica(s) do produto/processo |
|
2 |
tipo(s) de falha(s) potencial(is) para cada função |
|
3 |
efeito(s) do tipo de falha |
|
4 |
causa(s) possível(eis) da falha |
|
5 |
controles atuais |
Avaliação dos Riscos
Nesta fase são
definidos pelo grupo os índices de severidade (S), ocorrência (O) e detecção
(D) para cada causa de falha, de acordo com critérios previamente definidos (um
exemplo de critérios que podem ser utilizados é apresentado nas tabelas
abaixo, mas o ideal é que a empresa tenha os seus próprios critérios
adaptados a sua realidade específica). Depois são calculados os coeficientes
de prioridade de risco (R), por meio da multiplicação dos outros três índices.
|
SEVERIDADE |
|
Índice |
Severidade |
Critério |
| 1 | Mínima | O cliente mal percebe que a falha ocorre |
| 2 3 |
Pequena | Ligeira deterioração no desempenho com leve descontentamento do cliente |
| 4 5 6 |
Moderada | Deterioração significativa no desempenho de um sistema com descontentamento do cliente |
| 7 8 |
Alta | Sistema deixa de funcionar e grande descontentamento do cliente |
| 9 10 |
Muito Alta | Idem ao anterior porém afeta a segurança |
|
OCORRÊNCIA |
|
Índice |
Ocorrência |
Proporção |
Cpk |
| 1 | Remota | 1:1.000.000 | Cpk > 1,67 |
| 2 3 |
Pequena | 1:20.000 1:4.000 |
Cpk > 1,00 |
| 4 5 6 |
Moderada | 1:1000 1:400 1:80 |
Cpk <1,00 |
| 7 8 |
Alta | 1:40 1:20 |
|
| 9 10 |
Muito Alta | 1:8 1:2 |
|
DETECÇÃO |
|
Índice |
Detecção |
Critério |
| 1 2 |
Muito grande | Certamente será detectado |
| 3 4 |
Grande | Grande probabilidade de ser detectado |
| 5 6 |
Moderada | Provavelmente será detectado |
| 7 8 |
Pequena | Provavelmente não será detectado |
| 9 10 |
Muito pequena | Certamente não será detectado |
Observações Importantes:
Melhoria
Nesta fase o
grupo, utilizando os conhecimentos, criatividade e até mesmo outras técnicas
como brainstorming, lista todas as ações que podem ser realizadas para
diminuir os riscos. Estas medidas podem ser:
Estas medidas são analisadas quanto a sua viabilidade, sendo então
definidas as que serão implantadas. Uma forma de se fazer o controle do
resultado destas medidas é pelo próprio formulário FMEA por meio de colunas
que onde ficam registradas as medidas recomendadas pelo grupo, nome do
responsável e prazo, medidas que doram realmente tomadas e a nova avaliação
dos riscos.
Continuidade
O formulário
FMEA é um documento “vivo”, ou seja, uma vez realizada uma análise para um
produto/processo qualquer, esta deve ser revisada sempre que ocorrerem alterações
neste produto/processo específico. Além disso, mesmo que não haja alterações
deve-se regularmente revisar a análise confrontando as falhas potenciais
imaginadas pelo grupo com as que realmente vem ocorrendo no dia-a-dia do
processo e uso do produto, de forma a permitir a incorporação de falhas
não previstas, bem como a reavaliação, com base em dados objetivos, das
falhas já previstas pelo grupo.
Importância
A metodologia FMEA é
importante porque pode proporcionar para a empresa:
Integração FMEA de Processo com CAPP
Na confecção do FMEA de
processo deve-se primeiramente levantar e registras todas as características do
processo. Se a empresa estiver trabalhando com um sistema CAPP, que possua operações
padrão, todas as operações deveriam ser interfaceadas automaticamente para o
FMEA. Assim, o tempo de obtenção do FMEA seria menor e seira garantida a
consistência com os processos/operações definidas.
Manuais da QS 9000. Análise de Modo e Efeitos de Falha Potencial (FMEA):
Manual de Referência. 1997.
CLAUSING, D. (1994). Better
decisions. In:Total quality development: a step-by-step guide to worldclass
concurrent engineering. 2.ed., Nova Iorque, The American Society of Mechanical
Engineers. Cap. 3,
p.60-73. (t: 322). ( Disponível
na biblioteca da EESC - USP ).
CLAUSING, D. (1994). The design.
In:Total quality development : a setp-by-step guide to worldclass concurrent
engineering. 2. ed., Nova Iorque, The American Society of Mechanical Engineerss.
Cap. 5, p. 175-273. (t:
322). ( Disponível na biblioteca da EESC - USP ).
OLIVEIRA, C. B.
M.; ROZENFELD, H. (1997). Desenvolvimento de um módulo de FMEA num sistema
comercial de CAPP. (CD ROM). In: ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO,17.,
Gramado, 1997. Anais. Porto Alegre, UFRGS. (t :662). Sites Relacionados
Quality Associates International
http://www.quality-one.com/
Empresa de consultoria e treinamento em qualidade. Apresenta conteúdo básico
sobre FMEA, além de outras ferramentas como QFD e QS 9000.
A empresa KSR (http://www.ksr.com.br) possui um sistema de confeçcão de FMEA integrado com um sistema CAPP, que já garantiu a várias empresas a cerificação da QS 90000. Na página da KSR tem um local onde várias perguntas práticas sobre um FMEA são respondidas (http://www.ksr.com.br/oqufmea.htm).
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