Estrutura e Identificação de Produtos
Responsável: Cristiano; Prof.
Henrique Rozenfeld
Conceitos Básicos
Fontes: AGERMAN, E.; LINDBERG,
L. ;AMERICAN PRODUCTION AND INVENTORY CONTROL SOCIETY ;CLEMENT, J.; COLDRICK,
A.; SARI, J. ;ELLIOT, P.M. ;MARÇOLA, J.A. ;RUSK, P.S. ;MATHER, H. F.(vide
informações adicionais)
As informações fundamentais dos produtos
de uma empresa precisam estar representadas de forma completa e precisa para que
as suas diversas atividades possam ser executadas (vendas, planejamento, produção,
custeio, etc.).]
Segundo CLEMENT et al. (1992), para que as
informações fundamentais sejam sólidas, elas precisam:
- representar os processos de manufatura;
- representar os produtos vendidos e as
estratégias e planos para a satisfação dos clientes;
- ser entendida e satisfazer todos os usuários;
- ser completa e precisa;
- ser suportada por boas práticas de
controle de alterações.
Diversos autores, tais como CLEMENT et al. (1992), AGERMAN & LINDBERG
(1992) e RUSK (1990), identificam as informações fundamentais, as quais podem
ser organizadas como:
- número de identificação;
- arquivo mestre de informações (descrição,
número do desenho de engenharia, nível de revisão,status, custo, produto
a que pertence, histórico das últimas alterações de engenharia, tamanho
do lote, unidade de medida, comprado ou fabricado, quem planeja ou compra,
etc.);
- desenhos e especificações;
- estrutura de produto;
- relatórios de onde é usado;
- plano de processo e o arquivo mestre de
informações sobre os centros de trabalho;
- outros documentos de suporte.
Dentre essas informações, a estrutura de produto (BOM
– Bill of Material) e número de identificação são essenciais, pois são
elementos que geram integração, uma vez que suas informações são
compartilhadas por quase todos os departamentos da empresa. (MARÇOLA, 1995). Além
disso, essas informações distinguem e/ou especificam produtos da empresa.
Logo, a forma como são gerenciados, controlados e estruturados pode diretamente
influenciar o sucesso da empresa (RUSK, 1990).
Informações Adicionais
AGERMAN, E.; LINDBERG, L. (1992). The product structure: the backbone
of CIM. In: CIRP, 1992. Anais. v.41, n.1-3, p.165-168. (t:832).
AMERICAN PRODUCTION
AND INVENTORY CONTROL SOCIETY. Dictionary. (1992). 7.ed.
Falls Church, American Production and Inventory Control Society.
CLEMENT, J.; COLDRICK, A.; SARI,
J. (1992). Manufacturing Data Structures: building foundations for excellence
with bills of material and process information. Oliver Wight, Atlanta.
ELLIOT, P.M. (1985).
Non-significant Part Numbering: the better choice for MRP. Production &
Inventory Management, v.26, n.4, p.102-108. (t: 831).
MARCOLA, J. A. (1995). Proposta
e desenvolvimento de um sistema de gerenciamento da produção de sistemas
dedicados. São Carlos. Dissertação (Mestrado) – Escola de Engenharia de
São Carlos, Universidade de São Paulo. ( Dsponível na biblioteca da EESC -
USP).
RUSK, P. S. (1990). The role
of bill of material in manufacturing systems. Engineering Cost and
Production Economics, v.19, n.1, p.205-211, may. (t:830).
MATHER, H. F. (1986). Design,
bills of materials, and forecasting: the inseparable threesome. Production
& Inventory Management, v.27, n.1, p.90-107. (t:829).
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