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Estrutura e Identificação de Produtos E-mail
21 de setembro de 2006

Estrutura e Identificação de Produtos

Responsável: Cristiano; Prof. Henrique Rozenfeld
 

Conceitos Básicos
 

Fontes: AGERMAN, E.; LINDBERG, L. ;AMERICAN PRODUCTION AND INVENTORY CONTROL SOCIETY ;CLEMENT, J.; COLDRICK, A.; SARI, J. ;ELLIOT, P.M. ;MARÇOLA, J.A. ;RUSK, P.S. ;MATHER, H. F.(vide informações adicionais)
 

 

As informações fundamentais dos produtos de uma empresa precisam estar representadas de forma completa e precisa para que as suas diversas atividades possam ser executadas (vendas, planejamento, produção, custeio, etc.).]
 

Segundo CLEMENT et al. (1992), para que as informações fundamentais sejam sólidas, elas precisam:
 

  • representar os processos de manufatura;
  • representar os produtos vendidos e as estratégias e planos para a satisfação dos clientes;
  • ser entendida e satisfazer todos os usuários;
  • ser completa e precisa;
  • ser suportada por boas práticas de controle de alterações.

 

 

 

 

 

 

 

 

Diversos autores, tais como CLEMENT et al. (1992), AGERMAN & LINDBERG (1992) e RUSK (1990), identificam as informações fundamentais, as quais podem ser organizadas como:
 

  • número de identificação;
  • arquivo mestre de informações (descrição, número do desenho de engenharia, nível de revisão,status, custo, produto a que pertence, histórico das últimas alterações de engenharia, tamanho do lote, unidade de medida, comprado ou fabricado, quem planeja ou compra, etc.);
  • desenhos e especificações;
  • estrutura de produto;
  • relatórios de onde é usado;
  • plano de processo e o arquivo mestre de informações sobre os centros de trabalho;
  • outros documentos de suporte.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dentre essas informações, a estrutura de produto (BOM – Bill of Material) e número de identificação são essenciais, pois são elementos que geram integração, uma vez que suas informações são compartilhadas por quase todos os departamentos da empresa. (MARÇOLA, 1995). Além disso, essas informações distinguem e/ou especificam produtos da empresa. Logo, a forma como são gerenciados, controlados e estruturados pode diretamente influenciar o sucesso da empresa (RUSK, 1990).
 
 

Informações Adicionais
 

AGERMAN, E.; LINDBERG, L. (1992).  The product structure: the backbone of CIM. In: CIRP, 1992. Anais. v.41, n.1-3, p.165-168. (t:832).
 

AMERICAN PRODUCTION AND INVENTORY CONTROL SOCIETY. Dictionary. (1992). 7.ed. Falls Church, American Production and Inventory Control Society.
 

CLEMENT, J.; COLDRICK, A.; SARI, J. (1992). Manufacturing Data Structures: building foundations for excellence with bills of material and process information. Oliver Wight, Atlanta.
 

ELLIOT, P.M. (1985).  Non-significant Part Numbering: the better choice for MRP. Production & Inventory Management, v.26, n.4, p.102-108. (t: 831).
 

MARCOLA, J. A. (1995). Proposta e desenvolvimento de um sistema de gerenciamento da produção de sistemas dedicados. São Carlos. Dissertação (Mestrado) – Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo. ( Dsponível na biblioteca da EESC - USP).
 

RUSK, P. S. (1990). The role of bill of material in manufacturing systems. Engineering Cost and Production Economics, v.19, n.1, p.205-211, may. (t:830).
 

MATHER, H. F. (1986). Design, bills of materials, and forecasting: the inseparable threesome. Production & Inventory Management, v.27, n.1, p.90-107. (t:829).

 
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